
Cecília Prado, de 70 anos, superou a falta de acessibilidade na Escola Estadual Brasil, em Limeira, para exercer seu direito ao voto mesmo com a perna quebrada.
Votação em local sem acessibilidade
No último dia de votação na Escola Estadual Brasil, em Limeira (SP), a aposentada Cecília Prado, de 70 anos, enfrentou dificuldades para exercer seu direito ao voto, uma vez que o local não possuía rampa de acesso, apenas escadas. Com a perna quebrada, Cecília precisou da ajuda de amigos e conhecidos para conseguir fazer o trajeto necessário até a urna.
Cecília contou que a situação fez com que a experiência de votar fosse ainda mais complicada. “Quebrei a perna e é difícil subir. Ainda bem que eu encontrei um conhecido para me ajudar”, disse.

Apoio recebido para votar
Além de Cecília, outros eleitores também compartilharam suas experiências durante a votação. Na Escola Estadual Professora Mirandolina de Almeida Canto, em Piracicaba (SP), Marina, uma eleitora de 96 anos, esteve acompanhada de familiares e amigos, demonstrando um forte apoio comunitário no momento da votação.
As dificuldades com a acessibilidade nas escolas, como a falta de rampas, levantam questões importantes sobre a acessibilidade na votação e a necessidade de reformas para garantir que todos os cidadãos tenham condições adequadas para votar. A situação em Limeira gerou preocupação entre os eleitores, que esperam por melhorias nos próximos pleitos.
Outros locais de votação, como a Escola Estadual “Professor Willian Silva”, também foram mencionados por eleitores que, apesar de condições adversas, fizeram questão de comparecer às urnas. Maria Vieira, de 73 anos, também enfrentou desafios, mas não deixou que sua condição de saúde a impedisse de votar e destacou o movimento tranquilo no local, que contrastou com a agitação das eleições anteriores.